Monthly Archives: October 2013

Canadian Politics

‘Not only illegal, it’s irresponsible’: Mulcair says alleged spying on Brazil a ‘black eye’ for Canada

Canadian Press and Reuters | 09/10/13 | Last Updated: 09/10/13 4:35 PM ET

OTTAWA — NDP Leader Tom Mulcair says apparent efforts to spy on Brazil give Canada a black eye.

Speaking at a news conference, Mulcair calls the reported attempt by Canada’s electronic eavesdropping agency to monitor Brazil’s Ministry of Mines and Energy “a huge mistake.”

A Brazilian television report said the metadata — or indexing details — of phone calls and emails from and to the ministry were targeted by the Ottawa-based Communications Security Establishment Canada to map the ministry’s communications.

“Actively spying on ministries and companies in other countries to give an advantage to Canadian companies is not only illegal, it’s irresponsible, and it gives Canada a black eye in the world,” Mulcair told a news conference.

“The Conservatives have simply shown that they have no ethical boundaries of any kind … this a huge mistake,” he added, saying there was clear evidence CSEC had been complicit in industrial espionage.

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R7 – Denúncias de espionagem canadense contra o Brasil podem afetar relações comerciais de R$ 15 bilhões

Mercado brasileiro é considerado prioritário pelas autoridades e empresas canadenses

As novas denúncias de espionagem reveladas pelo jornalista Glenn Greenwald, no último domingo (6), poderão afetar a relação bilateral entre o Brasil e o Canadá colocando em risco um histórico de parcerias diplomáticas e o crescimento no comércio dos dois países que movimenta cerca de 15 bilhões de reais anualmente.

Até o último fim de semana, o Brasil e o Canadá desfrutavam de um ambiente bilateral muito positivo. No campo político, ambos são parceiros em diversos temas envolvendo direitos humanos e atuam lado a lado no Haiti pela MINUSTAH (Missão das Nações Unidas para a estabilização no Haiti).

No campo econômico a relação teve um crescimento vertiginoso nos últimos dez anos e conforme mencionado pelo próprio governo canadense o Brasil é um parceiro estratégico para os negócios do país.

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De acordo com o relatório oficial do Canadá, o setor de mineração é um dos principais focos para as empresas do país. Segundo dados oficiais, em 2009, 75% das grandes mineradoras mundiais tinham suas sedes em território canadense.

O Canadá é um dos maiores investidores em mineração no Brasil, onde foram instaladas 55 empresas brasileiras país dedicadas à exploração, 45 de equipamentos e 20 de serviços relacionados com o setor, segundo dados oficiais do país americano.

O Brasil é o maior produtor mundial de nióbio, o segundo de ferro, manganês, tantalita, e o terceiro de bauxita, segundo dados do Ibram (Instituto Brasileiro de Mineração).

Além disso, é um importante produtor de ouro, níquel, magnésio, caulim e estanho, entre outros minerais, setor cuja regulação e cujas concessões dependem do Ministério de Minas e Energia.

Em 2012, o Canadá foi um dos principais investidores no Brasil com um total de R$ 35 bilhões (16 bilhões de dólares) acumulados aplicados na economia tupiniquim.

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Conforme divulgado pelo Departamento responsável pelo comércio exterior canadense, desde 2000, houve um crescimento de 90% nas exportações do país aos brasileiros.

Atualmente, o Brasil é o 11º parceiro comercial do Canadá e o volume total de trocas está em torno dos 15 bilhões de reais — dividido em aproximadamente R$ 9 bilhões de vendas brasileiras e R$ 6 bilhões de exportações canadenses.

No dia 1º deste mês, o Banco central do Canadá destacou o crescimento do comércio internacional e também destacou o bom desempenho de seus empreendedores nos mercados emergentes. O relatório da instituição alegou que os dois principais destinos das empresas e produtos canadenses eram o Brasil e a China.

Em 2011, durante a visita oficial do primeiro-ministro do Canadá, Stephen Harpe, ao Brasil, os dois países assinaram diversos acordos e criaram um grupo de diálogo permanente para incrementar as relações. No início de agosto deste ano, o ex-ministro das relações exteriores Antonio Patriota e seu congênere canadense John Baird anunciaram novos entendimentos no Rio de Janeiro e reafirmaram todo o “entusiasmo” envolvendo a relação bilateral.

Segundo a reportagem do Fantástico divulgada no domingo, a NSA colaborou com o Centro de Segurança das Telecomunicações do Canadá para obter dados das ligações telefônicas e do fluxo de e-mails do Ministério de Minas e Energia do Brasil.

A presidente Dilma Rousseff postou na segunda-feira (7) no Twitter que “tudo indica” que os governos dos Estados Unidos, Canadá, Reino Unido, Austrália e Nova Zelândia, além de “milhares de empresas” desses cinco países, têm “amplo acesso” aos dados espionados no Brasil.

“É urgente que os Estados Unidos e seus aliados fechem suas ações de espionagem de uma vez por todas”, afirmou Dilma, quem sustentou que as novas denúncias “confirmam” que a espionagem obedece a “razões econômicas e estratégicas”.

Segundo Dilma, há indícios de “interesses canadenses na área de mineração” no Brasil, o que agrava a situação.

“A espionagem atenta contra a soberania das nações e a privacidade das pessoas e das empresas”, afirmou a governante, que também disse ter determinado que o Ministério de Minas e Energia realize uma “rigorosa avaliação e reforço” da segurança de suas redes.

“Repudiamos a guerra cibernética”, acrescentou Dilma, que no mês passado denunciou a espionagem americana na Assembleia Geral da ONU, diante da qual definiu essas práticas como uma “violação” da soberania de seu país, “uma afronta” e “uma falta de respeito” que não pode se justificar na luta contra o terrorismo.

CBC News – Why would Canada spy on Brazil mining and energy officials?

Department of Mining and Energy is tasked with auctioning rights to develop Libra Oil Field

By James Fitz-Morris, CBC News Posted: Oct 09, 2013 2:23 PM ET Last Updated: Oct 09, 2013 8:03 PM ET

It’s likely we will never know exactly what Canadian spies were allegedly doing snooping around in Brazil’s Ministry of Mining and Energy computers on behalf of the so-called Five Eyes — an intelligence alliance between the United States, Britain, Australia, New Zealand and Canada.

But examining some of the happenings in the South American country’s natural resources department in the last few years might provide a few clues.

In 2007, Brazil announced it had discovered the largest oil patch to date on its territory.

The Libra Oil Field is estimated to contain between eight billion and 10 billion barrels of oil. That’s enough to keep oil platforms busy for 100 years and make it the largest known deposit outside of OPEC countries.

It’s a big deal.

Brazil decided its largest energy company — Petrobas — likely needs help to properly exploit the resource, so it has proceeded with a plan to auction off the rights.

The Department of Mining and Energy is in charge of the auction.

Contract fails to attract many companies

With an oil deposit this large, Brazil was expecting about 40 companies from around the globe to take a shot at landing the contract.

But when registration closed on Sept. 19, only 11 companies had signed up and paid the deposit of 2.1-million real (the Brazilian currency, or almost $1 million).

The largest of those were Chinese companies — including CNOOC and Sinopec — and Malaysia’s Petronas. Canadians may be familiar with these companies because all have made moves to invest in Canada’s energy sector in recent years.

What had market analysts scratching their heads when registration closed, though, was the companies that didn’t apply: Exxon, Chevron, BP — some of the world’s largest petroleum producers took a pass on the project.

Why?

When contacted, the companies said they wouldn’t publicly discuss their business decision-making process.

So, we are left wondering why not one energy company based in the U.S., U.K., Canada, New Zealand or Australia is participating in an auction for what is billed as the largest oil find in 40 years.

And how they got the information on which they based their decision.

We do know that Canadian energy sector stakeholders regularly meet with Canadian government officials to discuss security and threats to the energy infrastructure.

The classified briefings take place every six months at the offices of the Canadian Security Intelligence Service and are attended by representatives of many government agencies including CSIS, RCMP and CSEC.

The stated purpose of the meetings is “to discuss national security, criminal intelligence, threat risk assessment and to share energy-related classified intelligence.”

One of the briefings’ chief organizers has said publicly that the get-togethers also provide an opportunity for energy stakeholders to develop relationships with other participants and have “off the record” conversations with them.

The condition being: they tell no one where they obtained their information.

Banco Mundial: Latinoamérica ya no debe temerle a depreciación de monedas

El Comercio

Augusto de la Torre, economista jefe para América Latina del BM, indicó que la depreciación de las monedas locales puede funcionar como un “amortiguador de los impactos externos”

Washington (DPA). En una época en que el extraordinario crecimiento económico de la última década empieza a templarse, América Latina debe superar su histórico miedo a una depreciación de su moneda para aprender a emplear este instrumento como un amortiguador capaz de absorber los impactos externos negativos a los que es tan sensible, sostuvo hoy el Banco Mundial.

“Las monedas depreciadas no sólo reducen el costo de las exportaciones, también elevan el costo de las importaciones, haciendo que las industrias domésticas y de exportación se vuelvan más competitivas, generando más puestos de trabajo”, afirma el BM en su nuevo informe semianual sobre la región, centrado en esta ocasión, incluso desde su título, en “La desaceleración en América Latina y el tipo de cambio como amortiguador”.

El BM y el Fondo Monetario Internacional (FMI) coincidieron en sus últimas previsiones en la ralentización de la economía de la región. Sus estimaciones para América Latina y el Caribe este año son de entre 2,5% y 2,7% que sólo llegará al 3% en 2014, por debajo de lo proyectado anteriormente.

Con todo, según el BM, esto no debe dar pie al “pesimismo” registrado entre algunos expertos porque, afirmó hoy su economista jefe para América Latina, Augusto de la Torre, la región que hoy afronta esta desaceleración no es la misma que enfrentó vientos desfavorables que tanto la desestabilizaron en la década de los 90.

“Tenemos un instrumental anticíclico más completo y las depreciaciones de la moneda ya no deben ser vistas como un problema, sino como parte de la solución, como parte del instrumental con el que América Latina puede absorber los choques”, afirmó De la Torre al presentar hoy en Washington su informe durante las Reuniones Anuales del Grupo Banco Mundial y el Fondo Monetario Internacional.

“Si se analiza la capacidad de las economías regionales de sobrellevar los efectos de un entorno internacional menos favorable, uno se da cuenta de que los días en que depreciar la moneda terminaba en desastre son prácticamente cosa del pasado”, agregó y se declaró “cautelosamente optimista”.

DEPRECIACIÓN EN LOS 90
Según De la Torre, las causas que en los 90 hacían temblar a toda la región con la palabra casi tabú de “depreciación”, ya no se dan hoy en día -en buena parte de la región.

De este modo, las políticas aplicadas en los últimos años en buena parte de América Latina permitieron que hayan “desaparecido” las “tres razones fundamentales para temerle a la depreciación”, subrayó De la Torre.

Y es que la América Latina ha logrado por una parte ampliar su desendeudamiento. “Ahora somos no ya un gran deudor frente al mundo,somos un gran acreedor, le hemos dado la vuelta a la tortilla y si alguien puede ahora denegarle a otro somos nosotros”, celebró De la Torre.

A ello se une una extensa “desdolarización” y “regímenes monetarios más creíbles”.

“En la década de los 90, los ajustes del tipo de cambio como los observados en los últimos meses hubieran resultado en inflación elevada y angustias financieras debido a grandes deudas privadas y públicas en moneda extranjera”, señala el ente financiero.

El organismo calcula que los países que pueden beneficiarse de este instrumento representan entre el 70% y 80% de la población y el PIB de la región.

SIN CONDICIONES
De la Torre reconoció sin embargo que la flexibilización del tipo cambiario no es una herramienta que esté aún al alcance de todos en la región.

Debido a su pequeño tamaño e idiosincrasia particular, que les impide desarrollar una política monetaria completamente independiente, se quedan prácticamente fuera del aprovechamiento de este instrumento Centroamérica y el Caribe.

Tampoco para países “menos globalizados financieramente”, como Bolivia, constituye esta receta una panacea, del mismo modo que es menos aplicable en países que aún están dolarizados o que no han desarrollado marcos institucionales para una política monetaria robusta con flexibilidad cambiaria.

Existe además otro grupo de países donde el índice de dolarización de la deuda es alto aún, y que por ello “tienen menos maniobra”. Son naciones como Perú, Uruguay o Costa Rica, pero De la Torre apuntó hoy como dato positivo el hecho de que en esos países, la dolarización hace no mucho tiempo aún era del 100% y ahora ronda sólo el 40%.

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